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Previsibilidade em tempos incertos: o segredo das empresas que expandiram suas operações em 2026

Previsibilidade em tempos incertos: o segredo das empresas que expandiram suas operações em 2026

Lançado pela nstech, ebook destaca como orquestração de dados e visibilidade sistêmica são essenciais para manter a competitividade das empresas em um ano de alta pressão e incertezas


A logística deixou de ser apenas uma área de suporte para ser testada como um dos principais sistemas de sustentação dos negócios em 2026: é o que revela o e-book “Como Sobreviver a 2026”, feito pela nstech, maior empresa de software para supply chain da América Latina e quarta maior empresa SaaS brasileira.

Em um cenário marcado pela convergência simultânea da Copa do Mundo, do ciclo eleitoral no Brasil e de instabilidades geopolíticas globais, as cadeias de suprimentos têm enfrentado pressões extremas e simultâneas sobre a demanda, os custos, o abastecimento e os riscos. Mais do que lidar com eventos isolados, o desafio estratégico passou a ser operar em um ambiente de ruptura sistêmica, em que a velocidade de adaptação e a resposta rápida passaram a valer mais do que a capacidade instalada.

O estudo recém-lançado revela que a fragmentação operacional é o maior entrave para o setor: embora 80% das organizações globais já invistam em digitalização da sua supply chain, menos da metade consegue gerar uma visibilidade ponta a ponta efetiva de suas operações (Deloitte, 2025). No Brasil, onde o custo logístico atinge 15,5% do PIB (ILOS, 2025), essa falta de integração se traduz em prejuízos constantes, como fretes emergenciais e altos volumes de estoques de segurança, recursos frequentemente utilizados como proteção contra as incertezas do mercado.

"O erro mais caro de 2026 foi operar uma cadeia fragmentada, acreditando que ela estava conectada. Ter sistemas não significa ter visibilidade, e ter dados não significa ter decisão integrada", destaca Vasco Oliveira, CEO da nstech. "Durante décadas, a logística foi guiada pela eficiência operacional e pela redução de custos. Porém, em um cenário de ruptura, o que antes era eficiência passou a ser exposição ao risco. As cadeias que mais se destacam agora são aquelas que desenvolvem resiliência, antecipando desvios e transformando informação em decisão de forma ágil para proteger a operação antes que o impacto financeiro ocorra", completa.

Os insights do e-book demonstram, de forma prática, como as variáveis do ano pressionam a cadeia. A Copa do Mundo, por exemplo, representou um teste de estresse de consumo concentrado, exigindo uma sincronização entre indústria, transporte e varejo para evitar rupturas nas gôndolas e perda de market share. Paralelamente, as eleições e o início da transição da Reforma Tributária trazem uma imprevisibilidade estrutural contínua, impactando diretamente os custos logísticos e o câmbio, exigindo a reconfiguração de malhas operacionais e de centros de distribuição, além de uma adaptação imediata das organizações, tendo em vista que essa transição já começou.

Para sobreviver aos desafios, as lideranças do setor precisam abandonar o modelo de cadeias fragmentadas em favor de redes orquestradas. É nesse contexto que as ferramentas de integração se provam fundamentais, a exemplo da Transportation Network System (TNS), uma rede logística integrada em uma única plataforma que reúne diversas soluções. A tecnologia, orquestrada pela nstech, permite que as empresas evoluam seus negócios, cresçam com eficiência de custos e realizem entregas mais ágeis, além de gerar impacto social ao contribuir para a redução das emissões de CO2, do índice de acidentes e do roubo de cargas.

"A previsibilidade não nasce da estabilidade do mercado: ela nasce da capacidade de coordenar pessoas, processos, parceiros e informações em torno de uma mesma estratégia", acrescenta Vasco Oliveira. "A indústria que prosperará nos próximos anos não será necessariamente a que produz mais ou transporta mais rápido. Será aquela capaz de transformar sua cadeia de suprimentos em uma rede coordenada, inteligente e adaptável, conseguindo construir estabilidade operacional no ambiente de volatilidade", finaliza o executivo.

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 nstechA nstech, a maior empresa de software para supply chain da América Latina e uma das maiores empresas SaaS brasileiras, foi fundada em 2020 pela Niche Partners, da Tarpon, e pela Greenbridge Partners. Seu ecossistema atende cerca de 75 mil clientes e conecta diferentes participantes da cadeia logística.

A companhia é criadora da categoria TNS (Transportation Network System), uma rede logística que conecta empresas, pessoas, dados e soluções ao longo da jornada de transporte. Por meio dessa infraestrutura, a nstech busca transformar dados operacionais em inteligência e conectar diferentes etapas da cadeia para ajudar empresas a aumentar eficiência, reduzir custos, elevar o nível de serviço, operar com mais segurança e compliance e construir vantagem competitiva por meio da logística.

Presente em 15 países e com milhões de motoristas cadastrados em seu ecossistema, a nstech tem como propósito transformar o mundo por meio da logística.

PinePR | Agência de PR e Assessoria de imprensa

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