No Dia Internacional da Mulher, um dos maiores nomes do agro brasileiro celebra a atuação das motoristas que integram sua operação logística
Nas estradas brasileiras, onde a safra se transforma em entrega, mulheres estão ao volante. No Grupo Bom Jesus, um dos maiores produtores do país, 15 motoristas carreteiras integram a equipe responsável por conectar plantações nos estados do Mato Grosso, Bahia e Piauí, onde o grupo cultiva mais de 385 mil hectares de soja, milho e algodão, além de pecuária, com armazéns e destinos finais. Habilitadas na categoria E, elas conduzem caminhões bitrens — os chamados “bitrenzões” — de nove eixos, com capacidade de até 75 toneladas de carga total.
Com quase cinco décadas de atuação — a empresa completa 50 anos em 2026 —, o grupo mantém uma estrutura própria de transporte para escoar a produção. As motoristas atuam nas mesmas rotas e operações que os colegas homens, conduzindo veículos de grande porte que exigem alto nível de técnica, concentração e responsabilidade. Segundo Tania Ribeiro, diretora de Recursos Humanos, elas se destacam pela organização, pelo cuidado com o caminhão, pela atenção aos detalhes, pela resiliência e pela comunicação clara, demonstrando profissionalismo e comprometimento.
— Neste Dia Internacional da Mulher, a presença feminina nas operações do grupo, nas estradas e além delas, reflete uma transformação concreta em todo o universo agro, no dia a dia do campo e da logística — afirma Tania Ribeiro.
Já para Emerson João Skowronski, diretor-geral de Agrícola e Outros Negócios, a atuação das motoristas reforça o padrão de excelência da operação logística do grupo.
— Estamos falando da condução de conjuntos de nove eixos, com até 75 toneladas. É uma atividade que exige preparo técnico, responsabilidade e foco constante. As motoristas desempenham essa função com segurança e em alto nível de profissionalismo, dentro dos mesmos critérios rigorosos que adotamos em toda a nossa operação — afirma.
Para algumas destas motoristas, o volante foi um objetivo almejado ao longo de toda a vida. Roseli dos Santos (foto abaixo) sabe exatamente o dia em que começou a trabalhar na Bom Jesus Agropecuária: 18 de outubro de 2024. Mas o desejo vinha de antes. Ela atuou primeiro em serviços gerais e depois, por um ano, no transporte coletivo de Rondonópolis (MT), até se tornar motorista carreteira.
— Essa profissão sempre foi meu objetivo, desde jovem. Aos poucos, realizei meu sonho — conta Roseli.

Os desafios, segundo ela, aparecem principalmente quando enfrenta rotas inéditas. Ainda assim, o que mais a motiva é o aprendizado constante. — É aquela sensação de aprendizado. É saber que cada viagem é diferente e traz algo novo — explica.
Em outros casos, a estrada já fazia parte da trajetória antes mesmo da chegada ao grupo. Jenyffer Silva Breem acumulava experiência como motorista quando decidiu se candidatar à empresa. Sua rotina começa cedo, muitas vezes antes do amanhecer, com a revisão do caminhão e o planejamento do trajeto. Ela afirma que nunca viu o gênero como um limitante profissional, mas reconhece que as estradas ainda carregam, muitas vezes, preconceito. Algo que, segundo ela, não chega a afetá-la.
— Sempre tive comigo que o que um pode fazer, o outro também pode, independentemente de ser homem ou mulher — reitera Jenyffer, há seis anos na empresa.
Há também quem tenha construído uma relação de longa data com a estrada na própria companhia. Desde 2014, na Bom Jesus Agropecuária, Sueli Ribeiro é a motorista com mais tempo de serviço na empresa. Ela faz questão de ressaltar que o transporte é uma atividade essencial à cadeia produtiva e parte estruturante da economia. A rotina de uma motorista de caminhão, segundo ela, exige adaptação constante às distâncias e à ausência da família, além da resiliência necessária para enfrentar desafios pessoais.
— Acho a profissão linda e importante em todo o mundo. Ser caminhoneiro é uma tarefa difícil, mas essencial. Sem o transporte, não haveria produtos nos mercados, feiras e açougues. Somos os guerreiros que levam comida à mesa do brasileiro — defende.
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Librelato e Multicom participam da AgroRosário 2026 ampliando atuação no agronegócio do Oeste Baiano
Inovações empregadas nos implementos da Série Evolut 2026 levam à alta produtividade para atender às demandas logísticas do Vale do São Francisco
A Librelato, uma das três maiores fabricantes de implementos rodoviários do Brasil, participa da AgroRosário 2026, entre os dias 5 e 7 de março, no Oeste da Bahia, em parceria com a concessionária Multicom, seu representante na região. Durante a feira, realizada na área do Vale do São Francisco, serão apresentados os implementos Semirreboque Graneleiro, de 04 eixos, e o Rodotrem Basculante, ambos da Série Evolut 2026. A ação reforça a estratégia da empresa de ampliar sua presença no agronegócio, fortalecer o relacionamento com clientes e parceiros e oferecer soluções alinhadas às demandas logísticas locais.
A região do Oeste Baiano concentra uma das fronteiras agrícolas mais dinâmicas do país. O agronegócio responde por cerca de 25% do PIB da Bahia, com destaque para o cultivo de soja, milho, algodão, café e feijão, atividades que consolidam a região como um importante polo exportador de commodities agrícolas e de frutas.
Para potencializar ainda mais a força agrícola da região, a Librelato leva para a AgroRosário 2026 o Semirreboque Graneleiro de 04 eixos da Série Evolut 2026, projetado para aumentar a eficiência logística e reduzir custos operacionais. A nova linha traz melhorias que favorecem o melhor aproveitamento da capacidade de carga, com estrutura reforçada e soluções que ampliam a durabilidade do conjunto. Entre os avanços estão componentes otimizados para reduzir as intervenções de manutenção e maior previsibilidade operacional, garantindo ao transportador mais tempo rodando e menor gasto por viagem.
Já o Rodotrem Basculante da Série Evolut 2026 (foto abaixo) incorpora evoluções construtivas voltadas à robustez e estabilidade, com foco em reduzir custos de manutenção e ampliar a vida útil do implemento. A linha recebeu reforços estruturais, solda contínua em pontos estratégicos e reposicionamento de componentes para preservar sua integridade durante o descarregamento. Essas soluções resultam em maior confiabilidade, menos paradas inesperadas e melhor desempenho em operações agrícolas, de mineração e de construção civil, consolidando o basculante como uma ferramenta de rentabilidade para o transportador.

“O Oeste Baiano é uma potência que não pode parar, e a eficiência no escoamento para os grandes portos e polos do País é o que define a rentabilidade do produtor. Na AgroRosário, apresentamos o Semirreboque Graneleiro 4 eixos e o Rodotrem Basculante da Série Evolut 2026 como soluções definitivas para esse desafio. São implementos de altíssima performance, projetados para suportar o rigor das estradas da região com o máximo de carga útil. O transportador baiano tem em mãos a solução mais robusta para transformar a produtividade em resultado financeiro imediato”, afirma João Librelato, Diretor Comercial e de Marketing da Librelato.
Além dos implementos em exposição, a companhia apresenta ao público o Consórcio Nacional Librelato, uma alternativa para a aquisição planejada de implementos rodoviários. A modalidade amplia o acesso às soluções da marca e integra a estratégia de relacionamento de longo prazo com transportadores e produtores rurais.
“Nossa estratégia é estar onde o cliente produz, entendendo as particularidades de cada safra. Cada região tem um jeito de trabalhar e a Librelato vai atender à diversidade do nosso país. Por isso, a expertise do nosso representante Multicom é fundamental para a região: unimos a força dos produtos da Librelato ao conhecimento profundo de quem vive o dia a dia do transporte na Bahia. Estar na AgroRosário nos permite dialogar diretamente com o mercado e oferecer, por meio do nosso concessionário, o suporte técnico e comercial que o produtor baiano exige e merece”, complementa João Librelato.
Sobre o evento - Realizada desde 2013, a AgroRosário tem como propósito levar informação e avanços tecnológicos aos profissionais da cadeia produtiva do Oeste da Bahia. A feira reúne exposições, demonstrações de tecnologias e palestras, promovendo um ambiente de conhecimento, relacionamento e geração de negócios.
Em 2025, o evento registrou a participação de 15.500 pessoas e de 166 expositores. A AgroRosário também mantém compromisso social, destinando parte dos recursos arrecadados com ingressos e espaços de exposição a entidades beneficentes da região, reforçando sua atuação como agente de desenvolvimento local.
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Melhorias estruturais ampliam carga líquida, reduzem paradas e fortalecem o resultado do transportador
A Librelato, uma das três maiores fabricantes de implementos rodoviários do Brasil, renova a linha Basculante integrante da Série Evolut 2026, que chega com evoluções para ampliar a rentabilidade do transportador e reduzir o tempo de caminhão parado. Como em outras linhas da Série Evolut 2026, a linha Basculante entrega implementos mais leves, mais robustos e preparados para gerar resultados reais nas operações.
“As atualizações da linha Basculante refletem a visão de longo prazo da Librelato, focada na proximidade com o cliente e na evolução contínua do portfólio. Tudo isso com base no conhecimento de campo”, afirma João Librelato, Diretor Comercial e Marketing da Librelato.
A nova geração chega ao mercado com melhorias que impactam diretamente o que mais importa para quem vive do transporte de cargas: mais carga líquida por viagem, menos manutenção corretiva e maior previsibilidade operacional. Ao reduzir o peso dos componentes estratégicos sem comprometer a resistência, o implemento permite transportar mais produto a cada ciclo, aumentando o faturamento com o mesmo conjunto.

Rodotrem Basculante Série Evolut 2026 Librelato - Nas regiões onde o basculante é ferramenta de geração de receita — como Centro-Oeste, Sudeste e Arco Norte — cada tonelada adicional e cada hora a menos de parada para manutenção fazem diferença nos resultados finais das operações. Estados como Mato Grosso, Goiás e Mato Grosso do Sul concentram o escoamento de grãos; Minas Gerais impulsiona a demanda na mineração; São Paulo integra a construção civil; e Pará, Bahia, Maranhão e Tocantins ampliam sua participação com o crescimento das rotas logísticas e da movimentação de cargas. Na opinião de João Librelato, “nesse cenário, reduzir a tara e elevar a confiabilidade não é um detalhe técnico: é uma estratégia financeira”.
Garantir a durabilidade da estrutura do implemento ao longo dos anos faz parte de um capítulo importante no desenvolvimento do equipamento. Por isso, a Librelato adota solda contínua em pontos estratégicos da caixa de carga para eliminar pontos de infiltração e de corrosão. Na prática, o transportador reduz retrabalho, evita desgaste prematuro e preserva o valor do ativo. Ao aplicar a solução sem comprometer o acabamento lateral, a Librelato entrega resistência estrutural e padrão visual uniforme, agregando valor ao implemento.
Distribuir melhor a carga e reduzir a concentração de tensão são requisitos diretamente atrelados à durabilidade e à maior vida útil do implemento. Pensando nisso, a Librelato redimensionou componentes pouco percebidos pela maioria, mas que fazem a diferença para ampliar a vida útil do conjunto por meio da melhor distribuição do peso da carga. O ganho é direto e traz menor risco de trincas, menos intervenções estruturais e mais tempo rodando. Para a engenharia da Librelato, cada ajuste estrutural foi dimensionado para proteger o investimento do cliente em sua operação.
Entre as evoluções práticas, destacam-se o redimensionamento das costelas, que evita trincas e afundamentos; o amortecimento da caixa de carga, com maior área de contato entre o chassi e a caixa para reduzir danos; e a nova escada frontal, reforçada para melhor fixação e menor incidência de vibrações. O reposicionamento da caixa de ferramentas e mantimentos trouxe um design mais moderno e simplificado, além da redução de peso. Já o reposicionamento da sinaleira traseira foi concebido para proteger o componente durante o descarregamento, evitando avarias e garantindo maior durabilidade.
Costelas redimensionadas e caixa de carga do Basculante Série Evolut 2026 Librelato - Para tornar o dia a dia do transportador mais simples, a Librelato desenvolveu soluções que facilitam a manutenção, a reposição e a adaptação dos implementos. A Série Evolut 2026 oferece uma gama de opcionais que permite configurar o produto de acordo com as necessidades de cada cliente, garantindo maior praticidade na oficina e maior disponibilidade da frota em operação.

De acordo com João Librelato, as evoluções representam mais do que uma atualização técnica. “A linha Basculante Evolut 2026 incorpora soluções que aumentam a robustez estrutural, simplificam a instalação e facilitam a reposição de componentes. Isso também significa menos paradas inesperadas, menor custo corretivo e mais tranquilidade para o transportador planejar seu crescimento e prever ações futuras para o seu negócio”, explica.
A Série Evolut 2026 também avança em segurança e manobrabilidade, especialmente na versão rodotrem para o transporte de grãos e nos semirreboques mais curtos voltados ao transporte de minério. Alterações no comprimento da caixa de carga aumentam a estabilidade durante o basculamento, enquanto reforços no chassi ampliam a resistência em pontos críticos. No dolly, as mangueiras hidráulicas foram reposicionadas para dentro do chassi, ficando mais protegidas, o que reduz riscos operacionais e facilita as intervenções técnicas. Já a estrutura do dolly permite basculamento com ângulo de até 90 graus, viabilizando o descarregamento com o conjunto engatado e acelerando o ciclo operacional.
Rodotrem Basculante Série Evolut 2026 Librelato - Evitar perdas de produto e retrabalhos é questão importante quando se trata de um implemento basculante. Por isso, a Librelato aplicou no Bitrem uma nova geometria da caixa e cantos redesenhados que favorecem o escoamento do material. Já em toda a linha, foi incorporada uma nova borracha traseira que reforça a vedação e protege o conteúdo transportado. Essas alterações reduzem os resíduos após o descarregamento e contribuem ainda para otimizar o tempo entre viagens.

“Quem transporta com um basculante precisa de engenharia aplicada à realidade do dia a dia. Busca resultado no fim do mês e confiança para rodar sem surpresas. A Série Evolut 2026 consolida o compromisso da Librelato com a inovação que gera retorno financeiro e fortalece a parceria com o transportador”, finaliza João Librelato.
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Com o setor respondendo por 40% das emissões de CO2 no país, transportadora gaúcha mostra como a "logística de precisão" transforma redução de CO2 em sobrevivência financeira
O transporte rodoviário de cargas, espinha dorsal da economia brasileira e responsável por cerca de 40% das emissões de CO2 no setor de transportes, vive um ponto de inflexão. Em 2026, a descarbonização deixou de ser um item acessório nos relatórios de sustentabilidade para se tornar uma questão de sobrevivência financeira. Com a volatilidade dos preços dos combustíveis e metas ambientais mais rígidas, o mercado assiste à ascensão da "Logística de Precisão".
Essa nova era é marcada pela migração do foco da simples entrega para a redução absoluta de desperdício. No setor, grandes players já colhem resultados ao tratar a inteligência de dados como o principal aliado do motor. A transportadora rodoviária de cargas gaúcha, Buzin, registrou uma economia de mais de 1,19 milhão de litros de diesel entre janeiro e dezembro de 2025. O impacto ambiental dessa eficiência é significativo: evitou-se a emissão de aproximadamente 3 mil toneladas de CO2 em um ano. Em 2024, a economia total foi de 987 mil litros e 2,5 mil toneladas de CO2.
"O mercado amadureceu para entender que o ganho ambiental e o ganho econômico caminham juntos. Ao otimizar cada rota, entregamos uma logística mais limpa, o que hoje é uma exigência dos grandes contratantes", analisa o CEO da Buzin, Leonardo Busin, ressaltando que o resultado reflete uma mudança de cultura no setor.
A Inteligência por trás dos dados - A viabilização desses indicadores passa por ecossistemas tecnológicos que conectam a estrada ao escritório. Ferramentas de monitoramento e análise de desempenho têm sido o divisor de águas entre empresas que estagnaram e as que conseguem escalar com sustentabilidade.
O diretor comercial da GoBrax, Ronaldo Lemes, empresa de soluções de inteligência para o setor, destaca que o sucesso de operações como a da Buzin reside na capacidade de agir sobre dados em tempo real. "O transporte de cargas no Brasil sempre conviveu com altos índices de ociosidade e rotas ineficientes. Nesse sentido, a tecnologia está aí para dar visibilidade a esses gargalos, permitindo que a gestão transforme informação em redução de emissões e em economia real", pontua Lemes.
O cenário aponta para um futuro em que a competitividade das transportadoras será medida pela sua pegada de carbono. Com o Brasil emitindo anualmente cerca de 270 milhões de toneladas de CO2 no transporte, casos de sucesso que unem operação robusta e tecnologia de ponta tornam-se o benchmark para um setor que busca, definitivamente, o caminho do baixo carbono.
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Empresa baiana tem 54 equipamentos para transporte frigorificado da HC Hornburg; Abertura das portas para descarregar produtos é momento crítico nas operações logísticas da Cadeia do Frio
O isolamento térmico das carrocerias frigorificadas da HC Hornburg tem garantido o desempenho eficiente da Vivaldo e Souza, operador logístico sediado em Salvador (BA). “A capacidade de manter a temperatura interna uniforme é o parâmetro que mede o nosso desempenho”, explica Isaias de Souza Nunes, diretor da Vivaldo e Souza, que completa: “Por isso, o momento de descarregar a carga é o mais crítico em toda a operação logística da Cadeia do Frio”.
Em cada entrega de produtos, as portas da carroceria ficam minimamente abertas por 10 minutos, o que leva à perda natural da temperatura refrigerada do baú. “Na Bahia, a situação é mais severa porque, ao longo do ano, a temperatura média oscila entre 32º e 35º”, diz Nunes.
Por isso, o isolamento da carroceria é fundamental para a recuperação da temperatura interna. Para o diretor, esse é um dos pontos fortes dos equipamentos da HC Hornburg. “Além da durabilidade da carroceria, a qualidade do isolamento permite que a Vivaldo e Souza opere sempre na faixa ideal de temperatura para a conservação da carga, pois acima ou abaixo compromete a integridade dos alimentos”, explica.
Isso significa que, em 80% do tempo de transporte dos alimentos congelados e refrigerados, a empresa opera na faixa de temperatura ideal para a manutenção da qualidade da carga. “O Brasil tem essas peculiaridades e a fábrica está atenta a fornecer equipamentos que funcionem com eficiência constante, dando suporte ao desempenho do cliente”, diz Betina Borchardt, diretora-geral da HC Hornburg.
A Vivaldo e Souza foi fundada em 1992 e tem uma frota de 56 caminhões, dos quais 54 trabalham com carrocerias da HC Hornburg, adquiridas desde 2011. A empresa tem sede em Salvador (BA) e atua em todo o estado da Bahia, com seus 417 municípios, além de realizar entregas eventuais em Sergipe, Pernambuco e Espírito Santo.
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Argonautas Comunicação
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