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Randoncorp fecha 2025 com receita líquida de R$ 13,1 bilhões

Mesmo com cenário macroeconômico desafiador, companhia apresentou avanços nas receitas especialmente por conta da expansão internacional

A Randoncorp encerrou 2025 com receita líquida consolidada de R$ 13,1 bilhões, crescimento de 10,3% em relação ao ano anterior, mesmo em um ambiente marcado pela elevação das taxas de juros no Brasil, incertezas políticas e econômicas globais e pela desaceleração em segmentos relevantes para a indústria automotiva. O aumento do indicador foi sustentado principalmente pela expansão internacional, que atenuou os impactos da desaceleração dos mercados de semirreboques e de caminhões, especialmente no Brasil. Durante o período, o EBITDA Ajustado foi de R$ 1,6 bilhão, com margem EBITDA Ajustada de 12,2%.

Ao longo do ano, a Randoncorp enfrentou retração na demanda de seus principais clientes. No quarto trimestre de 2025, o impacto mais relevante se deu no segmento de caminhões, cuja produção foi 34% inferior à do mesmo período de 2024. A redução ocorreu principalmente pela estratégia de redução de estoques adotada pelas montadoras diante das incertezas do mercado.

No mesmo período, a receita líquida consolidada chegou a R$ 3,2 bilhões, o que representa uma redução de 1,5% em relação ao mesmo período de 2024. A queda do indicador, assim como na comparação anual, é explicada pela forte desaceleração nos segmentos de autopeças para OEMs e de semirreboques no mercado doméstico, ainda que atenuada pela ampliação da presença internacional da empresa e pela implementação de novas unidades operacionais em Mogi Guaçu (SP).

Nesse contexto, as vendas ao mercado externo avançaram 41,1% no quarto trimestre, impulsionadas especialmente pelas aquisições recentes da Dacomsa, EBS e AXN, que agregaram R$ 428,3 milhões à receita do período. Já a nova operação da Suspensys em Mogi Guaçu, com vendas de eixos dianteiros à Mercedes-Benz do Brasil, somou receitas de R$ 132,7 milhões no quarto trimestre da empresa.

O EBITDA Ajustado do trimestre foi de R$ 329,5 milhões, com margem EBITDA ajustada de 10,3%, impactada principalmente pela menor diluição de custos fixos, em função da redução de volumes, além da sazonalidade e de paradas produtivas acima do padrão.

Mesmo em um cenário complexo, houve uma melhora importante em alguns indicadores ao longo do ano, como a alavancagem consolidada, beneficiada pela redução relevante na necessidade de capital de giro e pela entrada de recursos oriundos de movimentos no mercado de capitais e de uma nova parceria nos negócios de consórcios e seguros, que reforçaram o caixa da companhia.

O contexto desafiador de 2025 exigiu uma série de ações e iniciativas operacionais para adequar os negócios da companhia. “Ao longo do período, revisitamos processos e modelos de negócio para potencializar resultados futuros. Estamos preparados para enfrentar os desafios com capacidade produtiva ajustada à demanda atual e disciplina contínua na gestão de custos e despesas, além de fortalecer nossa estrutura para a retomada do mercado”, destaca o CFO da Randoncorp, Paulo Prignolato.

 

Movimentos estratégicos - O ano de 2025 foi marcado por iniciativas relevantes para o negócio da Randoncorp. No último trimestre, a parceria entre Rands e Patria Investimentos recebeu as aprovações necessárias, o que viabilizou um aporte inicial de R$ 206 milhões para a aquisição de cerca de 20% das operações de consórcios e seguros, fortalecendo a vertical de Soluções Financeiras e Serviços.

Há, ainda, expectativas positivas relacionadas à vertical Montadora, especialmente por conta do contrato de aproximadamente R$ 770 milhões para fornecimento de vagões ferroviários à Arauco, com entregas previstas entre maio de 2026 e novembro de 2027.

“Paralelamente aos movimentos de crescimento, seguimos avançando de forma consistente nos projetos de integração, com foco em capturar sinergias das aquisições realizadas nos últimos anos, além de ampliar a colaboração entre as empresas que integram a Randoncorp. Esse trabalho é fundamental para elevar a eficiência e a competitividade, além de ampliar a geração de valor sustentável para a companhia”, reforça o presidente e CEO da Randoncorp, Daniel Randon.

 

Guidance 2026 - Apesar do cenário desafiador, a companhia atingiu a maior parte das projeções estabelecidas no Guidance 2025, reforçando a resiliência do modelo de negócios e a consistência da estratégia de longo prazo. Para 2026, a Randoncorp projeta uma receita líquida consolidada entre R$ 12,5 e R$ 14 bilhões, conforme Guidance apresentado junto à divulgação de resultados:

randon implementos 2026 01a

 

Principais números:

randon implementos 2026 01b

Os dados completos podem ser acessados no portal de Relações com Investidores da Randoncorp.

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Multinacional brasileira, referência em soluções que facilitam a vida das pessoas por meio da mobilidade, a Randoncorp tem presença global, fundamentada na qualidade, na inovação e na ética nos negócios. Com mais de 50 operações em mais de 125 países, atua na comercialização de produtos e serviços e mantém liderança nos mercados de suas cinco verticais de negócios complementares. São cerca de 18 mil colaboradores envolvidos.

A Randoncorp desenvolve, produz e comercializa autopeças e serviços para o controle de movimentos, com um portfólio completo para sistemas de frenagem, suspensão, transmissão e direção, por meio da Frasle Mobility, e para aplicações em veículos comerciais, com as marcas Suspensys, Castertech, Master Freios e JOST Brasil. Também atua como montadora e figura entre as maiores fabricantes de semirreboques do mundo, por meio da marca icônica Randon, com a mais completa linha de equipamentos para o transporte terrestre de cargas.

A companhia conta, ainda, com a Rands Soluções Financeiras e Serviços, que possui um amplo portfólio integrado voltado a pessoas físicas e jurídicas. A atuação abrange desde financiamentos, investimentos e seguros até assistências e locação de veículos pesados, com a Addiante, atendendo a diferentes setores, como transporte e logística, agronegócio e varejo. O grupo também investe em pesquisas em nanotecnologia e eletromobilidade com a NIONE e possui tecnologia avançada amplamente reconhecida no Centro Tecnológico Randon (CTR). A Randoncorp cria soluções em automação e robótica industrial com a Auttom, desenvolve ferramentas em softwares e tecnologia com a DB e oferece alternativas para gestão de frotas com a Delta Global, além de atuar em investimento e aceleração de startups com a RV.

Com o propósito de conectar pessoas e riquezas, gerando prosperidade, auxilia organizações a implementar a cultura de inovação para alcançar resultados, com o apoio da Conexo. Atua na transformação social por meio de iniciativas do Instituto Elisabetha Randon e incentiva a pesquisa científica ao apoiar o Instituto Hercílio Randon.

A Randoncorp integra o Nível 1 de Governança Corporativa da B3 e figura entre as maiores empresas privadas brasileiras.


ANK Reputation

ANFIR e ApexBrasil realizam primeira Rodada de Negócios do ano no Chile

Evento será em Santiago, dos dias 17 a 19 de março, e reunirá 48 empresas brasileiras; exportações cresceram 43,49% no ano passado

A ANFIR - Associação Nacional dos Fabricantes de Implementos Rodoviários, em parceria com a ApexBrasil (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos), vai promover, entre os dias 17 e 19 de março, a primeira Rodada de Negócios do projeto Move Brazil do ano. O mercado selecionado foi o Chile, que liderou as importações de implementos rodoviários em 2024 e que, pela quarta vez, recebe a missão brasileira de exportação. A ação faz parte do programa Move Brazil, de promoção à exportação de implementos rodoviários, peças e demais componentes.

“As empresas brasileiras têm oferecido soluções bastante adequadas às demandas do mercado chileno, o que explica a preferência dos operadores logísticos locais por nossos produtos”, explica José Carlos Sprícigo, presidente da ANFIR.

As 48 empresas brasileiras que estarão presentes à Rodada de Negócios em Santiago são: 3DJ, Brasfit, Braslux, Cardoso, Carrocerias União, Catarina, Cobra, ComLink, Engatcar, Frigo King, Facchini, Flash, Fluair, Furgões Joinville, Grimaldi, Guerra, Hallco, HC Hornburg, Hyva do Brasil, Ibiporã, Labor, Librelato, Marksell, Marrucci, Metalesp, Metanox, Moderna, Planalto, Randon, RAV Componentes, Rhodoss, Rivertec, Robustec, Rodofrio, Rodotécnica, Rodovale, Rossetti, Silpa, Tecnnic, Thermo Star, Thor, TKA, Triel, Truckvan, Unyparts, VBC, Versátil e Zurlo.

 

Chile lidera na importação de implementos rodoviários do Brasil - As exportações brasileiras em 2025 cresceram 43,49%. No total, a indústria vendeu ao mercado externo 4.959 reboques e Semirreboques, contra 3.456 no exercício anterior.

A estatística sobre as vendas por país ainda não foi divulgada, mas em 2024 o mercado chileno adquiriu 1.124 equipamentos brasileiros. Dessa forma, o Chile foi o líder em importação de implementos rodoviários fabricados no Brasil, seguido pelo Paraguai, com 1.031 unidades, e pelo Uruguai, com 373 unidades.

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movebrazilMOVE BRAZIL é resultado da parceria entre ANFIR-Associação Nacional do Fabricantes de Implementos Rodoviários e ApexBrasil (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos), e tem como meta promover as exportações brasileiras do segmento, fortalecendo a imagem do Brasil como fabricante de bens de capital e fornecedor de tecnologia. Sua principal forma de atuação é por meio de ações de promoção comercial, como participação em feiras de negócios e rodada de negócios.

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movebrazilA Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) atua para promover os produtos e serviços brasileiros no exterior e atrair investimentos estrangeiros para setores estratégicos da economia brasileira. Para alcançar os objetivos, a ApexBrasil realiza ações diversificadas de promoção comercial que visam promover as exportações e valorizar os produtos e serviços brasileiros no exterior, como missões prospectivas e comerciais, rodadas de negócios, apoio à participação de empresas brasileiras em grandes feiras internacionais, visitas de compradores estrangeiros e de formadores de opinião para conhecer a estrutura produtiva brasileira, entre outras iniciativas voltadas ao fortalecimento da marca Brasil. A Agência também atua de forma coordenada com atores públicos e privados para a atração de investimentos estrangeiros diretos (IED) para o Brasil, com foco em setores estratégicos, visando o desenvolvimento da competitividade das empresas brasileiras e do país.

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Anfir 45Desde 1980, a ANFIR representa o segmento dos fabricantes de implementos rodoviários, cuidando dos interesses coletivos das associadas, assessorando em seus problemas técnicos, jurídicos, comerciais, políticos, sociais, administrativos, financeiros e econômicos, e buscando engrandecer o setor em que atuam, o que, em outras palavras, implica uma responsabilidade muito grande, principalmente no aspecto social.

Argonautas Comunicação

“Eu sabia que podia ocupar aquele lugar”: mulher realiza sonho de operar equipamento de grande porte na logística

Trajetória de Deborah Lopes revela desafios, resistência e o esforço do setor para ampliar a presença feminina em funções operacionais

O sonho de dirigir máquinas de grande porte antecede a própria carreira de Deborah Cristina Lopes. Aos 49 anos, a operadora de reach stacker de grande porte da Brado Logística construiu a trajetória profissional, movida pela convicção de que, um dia, iria assumir o comando do equipamento que observava em operação no terminal atrás de sua residência.

A familiaridade com veículos começou cedo, quando ganhou do padrasto um Fusca para aprender a dirigir. A experiência despertou ainda mais seu interesse e, agora, tinha a certeza de que gostaria de estar à frente de um volante. Sua primeira opção era conduzir caminhões, mas logo sua atenção voltou para as máquinas que ficavam no pátio do terminal de Sumaré e, em 2001, fez um curso técnico de empilhadeira e, três anos depois, começou a operar profissionalmente.

No início da carreira, era a única mulher em uma equipe de 11 homens. Precisou retomar funções e se adaptar a equipamentos totalmente manuais. Observava os colegas antes de executar as tarefas e enfrentou dificuldades até ganhar segurança. “Eu observava muito antes de fazer. No começo, não me saí tão bem; era tudo manual, mas eu queria aprender e nunca pensei em desistir, porque sabia que aquele era o meu lugar”, relembra.

Anos depois, teve a primeira passagem pela Brado, ainda como terceirizada, operando empilhadeiras de menor porte no terminal. O desempenho chamou a atenção da liderança, mas a carreira tomaria um rumo inesperado. Em 2018, decidiu explorar oportunidades no litoral paulista. Partiu com R$ 300 e uma mala. Sem conseguir vaga na operação, trabalhou como faxineira para se manter.

Todas as manhãs, deixava currículos e buscava uma chance de voltar às máquinas. “Eu ia atrás todos os dias. Trabalhei como faxineira, fiz o que precisava fazer, mas nunca deixei de entregar currículo. Eu sabia que não queria sair da área; queria voltar para a operação”, afirma.

 

Retorno à área operacional — A experiência fora da área reforçou o objetivo de retomar a carreira na logística. Meses depois, voltou ao interior paulista e conseguiu emprego como empilhadeirista, acumulando também a condução de caminhão em um barracão do setor de medicamentos, onde permaneceu por seis meses. Foi nesse período que recebeu o contato para retornar à Brado.

Em 2020, quando surgiu a vaga para operar reach stacker no terminal de Sumaré, foi chamada novamente. Mesmo empregada, não hesitou em aceitar. O equipamento é utilizado na movimentação de contêineres e exige precisão, atenção constante e o cumprimento rigoroso das normas de segurança, mas sempre chamou a atenção da profissional. “Quando me ligaram, eu não pensei duas vezes. Era a máquina que eu sempre olhava e dizia que um dia ia pilotar. Para mim, era a realização de um sonho mesmo”, diz.

Sobre ser mulher na operação, Deborah relata que já enfrentou situações de resistência e até sabotagem em experiências anteriores, incluindo danos intencionais a cargas sob sua responsabilidade. “Já passei por situações em que tentavam me queimar; faziam coisas para que o meu turno desse errado. Isso machuca, mas também fortalece. Eu sempre pensei que precisava provar pelo meu trabalho”, afirma.

Na Brado, diz que o contexto foi diferente desde o retorno. Segundo ela, já na chegada, a liderança reforçou que sua entrada na operação deveria ser acompanhada de respeito. “Desde que entrei aqui como efetiva, nunca tive problema. Sempre deixaram claro que eu tinha espaço para falar e que qualquer situação seria tratada. Isso faz muita diferença para a gente continuar”, declara.

Nos últimos seis anos, passou a operar diferentes equipamentos e afirma que foi incentivada a ampliar as próprias competências, superando receios iniciais com apoio da equipe. Hoje, diz que trabalha com tranquilidade e segurança. E o orgulho é visível ao falar do cotidiano. Durante obras ou visitas ao terminal, a dimensão da máquina chama a atenção de quem passa por ali.

“Quando o pessoal para e olha o tamanho da máquina, eu penso: sou eu que estou ali dentro. É uma grande responsabilidade, exige atenção o tempo todo, mas é isso que eu gosto de fazer. Eu tenho orgulho de mim mesma”, afirma. Ela não pensa em mudar de função. Considera que alcançou o objetivo que alimentou por anos.

 

O olhar de quem contrata — A trajetória de Deborah reflete um movimento gradual de ampliação da presença feminina na logística, setor historicamente masculino. Segundo a Organização Internacional do Trabalho (OIT), as mulheres representam 24% da força de trabalho global na logística. No Brasil, a participação é de cerca de 20%, segundo dados do IBGE, com índices ainda menores nas funções operacionais.

Na Brado, as mulheres correspondem a 35% do total de colaboradores e 26% do quadro operacional em terminais multimodais. Embora a maioria desses postos operacionais ainda seja ocupada por homens, esse percentual está acima da média nacional e internacional.

A gerente executiva de Recursos Humanos da Brado, Camila Matte, avalia que o desafio tem raízes estruturais. “Somos reflexo de uma sociedade que dita o que é para homens e para mulheres. Precisamos mostrar não só aos homens que podemos trazer mulheres para a operação, mas também às próprias mulheres que elas podem estar em qualquer posição”, afirma.

Segundo ela, a predominância masculina começa antes mesmo do processo seletivo, pois, dentro dos próprios cursos técnicos voltados ao setor operacional e de equipamentos, ainda há muito mais homens do que mulheres, o que impacta diretamente o número de candidatas no segmento.

Para a executiva, ampliar a presença feminina exige mais do que contratar. “Além de atingir um número, precisamos criar um ambiente em que essas profissionais se sintam seguras para permanecer e crescer. Diversidade não é só porta de entrada; é permanência, desenvolvimento e equidade no dia a dia”, diz.

A companhia mantém grupos de afinidade, promove a equidade salarial e desenvolve projetos voltados ao protagonismo feminino. Em 2025, foi finalista do Prêmio Sesi ODS 2025, na categoria Social, com o projeto “Seleção Inclusiva: Fundamentos da Equidade e do Protagonismo Feminino”, que revisa processos de recrutamento e busca ampliar oportunidades reais de progressão na carreira.

Camila afirma que a transformação cultural é contínua. “Estamos trabalhando para ampliar cada vez mais a participação feminina na operação. Isso passa por sensibilização interna, revisão de processos e incentivo para que mais mulheres se enxerguem nesses espaços”, conclui.

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A Brado é referência nacional em serviços de logística multimodal. Tem estrutura própria, composta por 22 locomotivas, cerca de 5 mil contêineres, mil vagões, equipamentos, armazéns e terminais, complementada por meio de parcerias estratégicas nos principais centros de consumo do país. Com atuação cada vez mais adaptada às necessidades dos mercados de importação, exportação e interno, a empresa preza pela excelência na movimentação de contêineres no Brasil, com foco na integração multimodal.


JN Imprensa

PALFINGER Brasil redefine guindastes com lançamento do MD 630

Ampliação de alcance, carga e inteligência embarcada marcam o novo guindaste desenvolvido no Brasil

A PALFINGER Brasil lança oficialmente o novo guindaste articulado MD 630. O equipamento marca a evolução técnica da linha MD e reforça o protagonismo da engenharia brasileira no desenvolvimento de soluções globais para movimentação de cargas.

Desenvolvido no Brasil em colaboração direta com especialistas internacionais da PALFINGER, o MD 630 foi projetado para atender um mercado cada vez mais exigente, especialmente nos segmentos de locação, mineração e aplicações industriais de alta complexidade. O modelo se destaca pelo maior alcance hidráulico da categoria, chegando a 17,2 metros, além de um alcance total de até 21,7 metros.

Com sete lanças hidráulicas, o MD 630 entrega momento de carga de até 63 toneladas-metro, mantendo desempenho linear ao longo de todo o alcance. Na prática, isso permite içar até 3.200 kg a 17 metros e até 1.600 kg no alcance máximo, reduzindo reposicionamentos do veículo e aumentando a produtividade no campo.

O novo modelo consolida o posicionamento premium da linha ao incorporar tecnologias avançadas de segurança e controle, como Paltronic 40 de série, comando hidráulico PVG32, HPLS automático e o sistema ISC-L, que possibilita operar com estabilizadores parcialmente recolhidos no lado oposto à carga. Esses recursos ampliam a confiabilidade da operação e reduzem riscos mesmo em cenários mais desafiadores.

Além do desempenho, o MD 630 simboliza a maturidade da engenharia nacional da PALFINGER. O projeto envolveu simulações estruturais avançadas, otimização de componentes e integração entre engenharia, pós-venda e fornecedores, resultando em um equipamento robusto, competitivo e alinhado aos padrões globais da marca.

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“O MD 630 representa um novo capítulo da engenharia PALFINGER desenvolvida no Brasil. Ele nasce da escuta ativa do mercado e da aplicação de tecnologia de ponta para entregar mais alcance, mais capacidade de carga e mais inteligência embarcada, sempre com foco em segurança e eficiência operacional”, explica Juliano Adami Menegolla, Coordenador de Engenharia de Integração Veicular e Aplicação.

A nova geração da linha MD estreia ainda uma identidade visual renovada, com base preta, carenagem 3D exclusiva e organização mais limpa de mangueiras e chicotes, reforçando a percepção de tecnologia, sofisticação e valor agregado.

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 palfingerFundada em 1932, a PALFINGER é líder global no desenvolvimento de soluções para movimentação de cargas e pessoas. Com 31 unidades espalhadas pelo mundo, está presente em 25 países, incluindo Brasil, Argentina, EUA e Canadá. Desde 2019, a empresa é certificada com o selo GPTW (Great Place to Work), sendo reconhecida entre as melhores empresas para se trabalhar em rankings regionais e nacionais.

Dinâmica Conteúdo Inteligente

Desempenho de implementos rodoviários em fevereiro é 12,5% superior a janeiro

Segmento Pesado teve 15,5% de crescimento no segundo mês sobre o primeiro do ano assim como segmento Leve, que registrou variação positiva de 9,9%; Curva ascendente pode ser sinal de recuperação e reflexo positivo do Move Brasil

 

A indústria de implementos rodoviários apresenta sinais de recuperação. Em fevereiro, foram emplacados 9.870 unidades, contra 8.760 em janeiro de 2026. Isso representa crescimento de 12,5%. “Essa reação do mercado pode ter influência do agronegócio, com a safra em andamento, e do programa Move Brasil, que, embora não seja direcionado ao nosso setor, trouxe reflexos positivos”, explica José Carlos Spricigo, presidente da ANFIR.

A reação ocorre após a implantação do programa Move Brasil, lançado em janeiro, para incentivar a renovação da frota de caminhões. A iniciativa já tem R$ 4,2 bilhões em créditos contratados do total de R$ 10 bilhões à disposição. O volume de emplacamentos de caminhões em fevereiro, segundo dados da Fenabrave, foi 3,7% superior ao de janeiro. “Está clara a influência do Move Brasil no desempenho dos fabricantes de caminhões; agora resta saber se o mercado de implementos rodoviários continuará a ser impactado”, diz o executivo.

 

Comportamento por segmento - O segmento Pesado registrou, em fevereiro, crescimento de 15,5%. No mês passado, foram emplacadas 5.007 unidades, contra 4.335 em janeiro.

O segmento Leve apresentou uma curva ascendente de 9,9%. Em fevereiro, foram comercializados 4.863 produtos, ante 4.425 em janeiro.

 

Balanço bimestral - No comparativo do acumulado do ano com o mesmo período de 2025, o desempenho dos fabricantes de implementos rodoviários apresentou recuo de 21,6%. No período, os fabricantes entregaram ao mercado 18.630 implementos rodoviários, ante 23.762 unidades no mesmo período de 2025.

O segmento de reboques e semirreboques registrou um recuo de 24,66% no primeiro bimestre do ano. Em dois meses, foram emplacados 9.342 implementos rodoviários, ante 12.400 unidades no mesmo período de 2025. Somente as linhas de Tanque Inox e os produtos especiais registraram variação positiva.

O segmento de Carroceria sobre chassi recuou 18,25%. Nos dois primeiros meses do ano, a indústria comercializou 9.288 unidades, contra 11.362 no primeiro bimestre de 2025. Todas as sete linhas de produtos do segmento apresentaram resultados negativos.

 

EMPLACAMENTOS DO SETOR
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 anfirDesde 1980, a ANFIR representa o segmento dos fabricantes de implementos rodoviários, cuidando dos interesses coletivos das associadas, assessorando em seus problemas técnicos, jurídicos, comerciais, políticos, sociais, administrativos, financeiros e econômicos, e buscando engrandecer o setor em que atuam, o que, em outras palavras, implica uma responsabilidade muito grande, principalmente no aspecto social.

Argonautas Comunicação

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