Anuário da Indústria de Implementos Rodoviários 2026

31 A busca por novos clientes e mercados é uma constante em qualquer segmento. Não diferente, portanto, da indústria de implementos rodoviários, que, além de perseguir aprimorar o atendimento e o portfólio de produtos e soluções para a clientela já estabelecida, tem perseguido expandir sua carteira de consumidores ano após ano. Uma das vertentes mais importantes nesse sentido consolidou-se além das fronteiras brasileiras. As exportações, cada vez mais, ganham espaço na pauta de negócios dos fabricantes de implementos, que, em missões comerciais conjuntas ou não, seguem para o exterior com vasto leque de opções para ofertar em mercados já conhecidos, mas com a disposição também de fincar rodas em outros tantos. Esse saudável “cacoete” adquirido nos últimos anos tem se tornado pilar estruturante do setor. “As exportações passaram a ser parte central da estratégia das empresas, não apenas uma alternativa em momentos de crise”, analisa José Carlos Spricigo, presidente da ANFIR. Claro, mas também são, sim, muito oportunas para driblar eventuais limitações e oscilações do mercado interno, como no caso do ano passado, quando o setor viu as vendas internas contraírem perto de 6%, para 149,2 mil unidades, muito em decorrência do encarecimento do crédito, com as taxas de juros elevadas, o que restringiu os negócios com caminhões. lobal

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