77 Não de hoje a indústria nacional vem apontando dificuldades para enfrentar a importação quase indiscriminada de um insumo vital para o transporte rodoviário de cargas: os pneus. São recorrentes as manifestações de preocupação das empresas com produção local com o ritmo crescente dos embarques para cá de volumes cada vez maiores, particularmente com origem em países asiáticos. O quadro para 2026 não é nada distinto do que vem ocorrendo em anos recentes. A ANIP, Associação Nacional da Indústria de Pneumáticos, projeta para 2026 a continuidade de um ciclo de pressões concorrenciais e alimenta a esperança de medidas estruturais que possam reequilibrar o mercado, desaquecido no ano passado. Em 2026, o mercado de pneus de carga deve seguir nessa toada, ainda que os recentes conflitos no Oriente Médio tenham impactado a economia mundial e, naturalmente, também a brasileira, com eventual limitação das atividades logísticas em praticamente todos os segmentos. © Arquivo pessoal
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