Empresa cearense adquiriu mais 12 carrocerias fechadas para transporte de bebidas, totalizando 50 unidades
A Dibesa, empresa distribuidora de bebidas com sede em Iguatu (CE), consolidou sua frota com equipamentos da Implementos São Paulo. “A preferência por nossa marca demonstra confiança em nossos produtos e nos coloca em outro patamar de parceria, na medida em que temos um papel fundamental nas operações logísticas da Dibesa”, diz Matusalém Oliveira, gerente comercial da Implementos São Paulo.
A empresa cearense adquiriu 12 carrocerias fechadas para transporte de bebidas, totalizando 50 equipamentos, todos da marca potiguar. A Dibesa atua na região centro-sul do Ceará, atendendo o comércio de aproximadamente 39 municípios.
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A A empresa fabrica produtos para atender às mais diversas demandas do mercado de transporte rodoviário e urbano de cargas. No segmento Implementos sobre chassis a Implementos São Paulo fabrica Baú Carga Seca, Caçamba Basculante, Carga Seca em aço com rampa traseira, Carga Seca em aço tipo Prancha de Frango, Carga Seca em aço para transporte de cilindro de gás, Carga Seca em madeira, Carga Seca Graneleiro, Carga Seca para transporte de animais, Carga Seca para transporte de bebidas, Carroceria Especial tipo Matraca e Gaiola em aço para transporte de botijões. No segmento de reboques e semirreboques, a empresa fabrica semirreboques de 2 e 3 eixos, basculantes, de carga seca, prancha carrega-tudo, dolly, mecanismo operacional para exploração na área de petróleo e gás onshore e rodotrem basculante. |
Argonautas Comunicação
A Rodada de Negócios, realizada no Panamá e na República Dominicana, promovida pela ANFIR - Associação Nacional dos Fabricantes de Implementos Rodoviários, em parceria com a ApexBrasil (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos), deverá gerar US$ 14 milhões em negócios. O evento aconteceu entre os dias 14 e 17 de abril e contou com a participação de 21 empresas brasileiras, que tiveram encontros comerciais com operadores locais.
“O sucesso dessa ação representa mais uma etapa nas relações comerciais que estabelecemos com os operadores logísticos do Panamá e da República Dominicana, reforçando nossa estratégia de ampliar oportunidades para a indústria brasileira de implementos rodoviários”, comemora José Carlos Spricigo, presidente da ANFIR.
No Panamá, o evento, realizado nos dias 14 e 15 de abril, movimentou cerca de US$ 8 milhões. E na República Dominicana, onde a ação aconteceu nos dias 16 e 17 de abril, deverá representar um faturamento de US$ 6 milhões.
As 21 empresas brasileiras que estiveram presentes na Rodada de Negócios no Panamá e na República Dominicana foram: 3DJ, Binotto, Catarina, Comlink, Facchini, Forbal, Furgões Joinville, Grimaldi, Guerra, HBZ, HC Hornburg, Ibiporã, Librelato, Pavan, Randon, Rhodoss, Rodovale, Rossetti, Thermo Star, TKA Guindastes e VBC.
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Argonautas Comunicação
Em abril foram emplacados 5.535 reboques e semirreboques ante 6.390 em março; em abril foram vendidas 6.232 unidades de carroceria sobre chassis contra 5.821 em março; ANFIR saúda otimismo inclusão de implementos rodoviários no Move Brasil
Os segmentos de mercado da indústria de implementos rodoviários apresentaram comportamentos distintos em abril. O segmento de reboques e semirreboques recuou enquanto o de carroceria sobre chassi apresentou crescimento.
O setor pesado registrou 5.535 produtos emplacados em abril, enquanto no mês anterior foram 6.390 unidades. Já o setor leve anotou 6.232 equipamentos comercializados em abril, contra 5.821 em março.
“O recuo do segmento Pesado pode ser um sinal de que os operadores logísticos estão cautelosos em investir seus recursos na aquisição de reboques e semirreboques, provavelmente por terem dúvidas quanto aos rumos da economia”, diz José Carlos Spricigo, presidente da ANFIR. “O desempenho do segmento Leve é reflexo do consumo e das operações logísticas urbanas”, explica.
O número de dias úteis em abril é outro fator que pode afetar o desempenho de vendas. No mês passado foram 20 dias úteis, contra 22 em março. “Essa diferença representa menos negócios realizados, o que afeta o resultado da indústria no período”, explica o presidente da ANFIR.
Move Brasil - A renovação do programa Move Brasil, que vai financiar a renovação da frota de caminhões, ônibus e implementos rodoviários para empresas de transporte rodoviário de carga, de passageiros, cooperativas e caminhoneiros autônomos, foi recebida com otimismo pela ANFIR. “A inclusão de implementos rodoviários é uma medida importante a favor da indústria e da melhoria contínua da segurança no transporte rodoviário de cargas”, disse Spricigo.
O valor total disponibilizado será de R$ 21,2 bilhões, mais do que o dobro dos R$ 10 bilhões da primeira fase do programa.
Desempenho quadrimestral - O desempenho da indústria de implementos rodoviários no primeiro quadrimestre do ano, em relação ao mesmo período do ano passado, é negativo. Nos quatro primeiros meses do ano, o setor registrou 42.608 produtos, contra 48.004 no mesmo período de 2025. A variação negativa é de 11,24%.
O segmento Pesado registrou, de janeiro a abril desse ano, 21.267 unidades emplacadas. No mesmo período de 2025, foram 24.391 implementos rodoviários. Isso representa recuo de 12,81%.
O segmento Leve registrou uma queda de 9,62% no primeiro quadrimestre de 2026. No período, foram comercializados 21.341 equipamentos, contra 23.613 nos primeiros quatro meses de 2025.
EMPLACAMENTOS DO SETOR

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Argonautas Comunicação
Alta de insumos, crise energética e falta de embalagens devido a conflito EUA x Irã colocam o setor em alerta máximo, e empresas já buscam alternativas para evitar o desabastecimento
O mundo observa com apreensão o conflito entre os Estados Unidos e o Irã. O que começou como uma disputa regional transformou-se em um choque inflacionário global, com impactos imediatos e severos na cadeia produtiva industrial. No Brasil, a volatilidade extrema nos mercados de energia e de insumos já resulta em reajustes significativos na matéria-prima.
O epicentro do problema reside no Estreito de Ormuz, canal vital por onde passa cerca de um quinto do petróleo mundial. Historicamente, os conflitos nesta região provocam oscilações no preço do barril, com reflexos diretos nos combustíveis, na logística e na inflação. Para o setor industrial brasileiro, o desafio é duplo: além do aumento do frete, a instabilidade geopolítica gera incerteza que trava o planejamento operacional.
Resiliência logística — Um dos impactos mais imediatos já sentidos no setor industrial é a escassez de insumos para embalagens, reflexo direto da alta dos polímeros derivados do petróleo. No Paraná, os insumos plásticos já acumulam aumentos de até 100%, pressionando toda a cadeia produtiva e provocando atrasos na fabricação e na entrega de produtos. A dificuldade de acesso a materiais básicos, como galões, frascos e tambores, tem levado empresas a operar com estoques reduzidos e prazos mais longos, o que amplia o risco de desabastecimento em diversos segmentos.
Esse efeito em cascata abrange desde a indústria química até os setores de alimentos, bebidas e lubrificantes, evidenciando a dependência estrutural dos polímeros. A combinação entre oferta restrita e demanda aquecida obriga as empresas a rever contratos, buscar novos fornecedores e até redesenhar processos logísticos para manter a operação ativa.
Sem previsão de normalização, distribuidoras como a Acipar Lubrificantes, que já mantêm programas alternativos, saem na frente. O Troca Inteligente oferece óleos a granel. “Uma vantagem neste momento, pois consome menos plástico e elimina a necessidade de embalagem”, afirma Luiz Alberto Gomes Jr., diretor-executivo da Acipar.
O executivo reforça que o planejamento é o diferencial frente à crise. “Estamos vivendo uma instabilidade sem precedentes. Quando o óleo básico sobe de forma tão abrupta, toda a indústria de base é atingida. Sabemos da possibilidade de falta de produto e estamos gerenciando nossos estoques com todo o cuidado neste cenário de incertezas. Não é sobre superioridade, mas sobre a nossa responsabilidade de garantir, dentro do possível, um estoque mais longo para que nossos parceiros não interrompam suas operações”, enfatiza.
O cenário de crise não afeta apenas os insumos físicos, mas também a previsibilidade energética. Embora o Brasil tenha uma matriz energética majoritariamente renovável, a dependência de termelétricas em períodos de escassez hídrica eleva significativamente os custos operacionais.
Nesse contexto, a energia deixou de ser apenas um custo para se tornar uma variável estratégica, especialmente diante de um ambiente global cada vez mais instável.
Enquanto o conflito perdurar, a volatilidade continuará a ser a única constante. A indústria nacional, agora sob pressão redobrada, prepara-se para enfrentar meses de margens estreitas. A capacidade de antecipar riscos — seja por meio da logística inteligente de embalagens ou da gestão energética eficiente — será o diferencial determinante entre a paralisação das atividades e a manutenção da competitividade em um mercado global cada vez mais imprevisível.
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Evento será nos dias 14 e 15 de abril na Cidade do Panamá e 16 e 17 de abril em Santo Domingo; A volta aos dois países faz parte da estratégia de fortalecer o relacionamento da indústria brasileira com os operadores logísticos locais
A ANFIR - Associação Nacional dos Fabricantes de implementos Rodoviários com a parceria da ApexBrasil (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos) vão promover, entre os dias 14 e 17 de abril Rodada de Negócios em dois países: Panamá e República Dominicana.
Os eventos acontecerão nas respectivas capitais. Em Cidade do Panamá a Rodada de Negócios será nos dias 14 e 15 de abril. E em Santo Domingo, nos dias 16 e 17 de abril.
“Já estivemos nos dois países e essa volta é importante para fortalecer o relacionamento da indústria brasileira com os operadores logísticos locais”, diz Jose Carlos Sprícigo, presidente da ANFIR. O Panamá foi selecionado como destino do programa Move Brazil, de promoção de exportação de implementos rodoviários, peças e demais componentes, em 2018. Já a República Dominicana recebeu a Rodada de Negócios em 2023.
As 21 empresas brasileiras que estarão presentes à Rodada de Negócios no Panamá e na República Dominicana são: 3DJ, Binotto, Catarina, Comlink, Facchini, Forbal, Furgões Joinville, Grimaldi, Guerra, HBZ, HC Hornburg, Ibiporã, Librelato, Pavan, Randon, Rhodoss, Rodovale, Rossetti, Thermo Star, TKA Guindastes, VBC
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Implementos São Paulo foi fundada em 2007 e está situada em Mossoró (RN). A fábrica ocupa uma área de 35 mil metros quadrados, dos quais 11 mil m² de área construída. A capacidade de produção é de aproximadamente 400 produtos por ano.




