Zerar disposição de resíduos em aterro industrial, reutilizar 100% do efluente tratado e duplicar o número de mulheres em cargos de liderança foram os objetivos alcançados
O ano de 2025 foi fundamental para a consolidação da Randoncorp como um ecossistema global de soluções para a mobilidade. A companhia e sua subsidiária, Frasle Mobility, alcançaram um marco importante na jornada de sustentabilidade da Ambição ESG, ao registrar o atingimento integral de três dos compromissos públicos estabelecidos para o ano. Foram alcançadas as metas de zerar a disposição de resíduos em aterros industriais, reutilizar 100% do efluente tratado das operações fabris e duplicar o número de mulheres em cargos de liderança, passando de 11% para 22%. Os dados completos foram compartilhados com o mercado pelas companhias nesta quinta-feira, 28 de maio, por meio da publicação dos Relatórios de Sustentabilidade.
Desde a divulgação dos compromissos públicos, assumidos em 2021, considerando como ano-base 2020, a Randoncorp e a Frasle Mobility têm demonstrado à sociedade e ao mercado que os aspectos ambientais, sociais e de governança estão integrados à condução dos negócios. “Nossa trajetória de amadurecimento na agenda ESG é consistente, marcada por projetos relevantes nos últimos anos. O que permite essa evolução constante é a conexão com a estratégia dos negócios e a estrutura de governança sobre o tema, construída para garantir que essa temática oriente ações em todas as áreas, valorizando a transversalidade e a interdisciplinaridade”, destaca Marcos Baptistucci, Chief People and Culture Officer (CPCO) da Randoncorp e coordenador do Comitê ESG.
No pilar ambiental, foram realizados investimentos relevantes que, em 2025, somaram R$ 38,6 milhões, com destaque para a modernização de Estações de Tratamento de Efluentes (ETEs) nos complexos fabris de diferentes cidades, como Caxias do Sul (RS) (foto abaixo), Joinville (SC) e Sorocaba (SP). Ao longo do ano, também foi inaugurada uma nova subestação de energia da Fremax, unidade da Frasle Mobility em Joinville, que elimina a necessidade de uso de geradores e evita a emissão de 2,4 mil toneladas de gás carbônico na atmosfera.

Outros projetos e parcerias nesse pilar, como iniciativas que promovem a economia circular, ganharam tração ao longo de 2025, com a consolidação de iniciativas como Ecoareia nas unidades de fundição, desenvolvida de forma pioneira pela unidade de Caxias do Sul da Castertech. Além disso, foram antecipadas práticas circulares para a gestão de resíduos em operações recém-inauguradas, como as unidades dessa empresa em Mogi Guaçu (SP) e em Schroeder (SC).
A Randoncorp e a Frasle Mobility seguem avançando de forma consistente na meta de redução das emissões de gases de efeito estufa por meio de investimentos estruturados, como a implantação da Caldeira Verde na maior planta fabril de produtos de fricção da Frasle Mobility, em Caxias do Sul.
Reforçando o compromisso da companhia com a gestão de pessoas como pilar para a construção do futuro, impulsionando investimentos mesmo em cenários econômicos desafiadores, a Randoncorp lançou dois programas de aceleração para líderes: Potencialize-se e Leading the Future. Também como parte desse objetivo, houve avanços relevantes em equidade de gênero.
Resultado das ações de engajamento, capacitação e gestão, foi possível celebrar o cumprimento do compromisso de duplicar o total de mulheres na liderança, considerando as empresas localizadas no Brasil. Uma das iniciativas que favoreceram esse trabalho é o programa Jornada Delas (foto abaixo), estruturado com sessões de mentoria e treinamentos, o que evidencia que o protagonismo feminino também se traduz em excelência na gestão.

“Para os próximos anos, o objetivo é seguir avançando nessa jornada, com determinação para enfrentar todos os desafios traçados. Iremos repactuar nossa Ambição ESG, com novos progressos para estruturar uma nova etapa dessa agenda. Dois dos compromissos públicos que já temos firmados – zerar acidentes graves e ampliar a receita líquida gerada por novos produtos – são direcionamentos recorrentes que permanecem como prioridades. Já a meta climática de redução das emissões continua vigente até 2030, orientando nossas iniciativas para o futuro”, reforça Daniel Randon, presidente e CEO da Randoncorp e presidente da Frasle Mobility.
A sustentabilidade dos negócios é alicerçada também na inovação, com investimentos de mais de R$ 200 milhões em Pesquisa e Desenvolvimento, estimulando novos processos e produtos que se traduzem em receita e em novos mercados. Exemplo dessa caminhada é o progresso constante da inteligência artificial nas operações, liderado pelo Programa Brain, que estimula o uso consciente da tecnologia para otimizar e aprimorar a eficiência e a produtividade em um ambiente digital seguro.
“Nosso propósito de conectar pessoas e riquezas para gerar prosperidade nos impulsiona a dar continuidade à construção de um futuro inovador, ético e sustentável, transformando a mobilidade e desenvolvendo soluções alinhadas às necessidades das pessoas, do planeta e dos negócios”, complementa Randon.
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Setor movimenta cerca de 65% das cargas do país e avança com digitalização e aumento da demanda, enquanto empresas enfrentam custos elevados, combustível volátil e necessidade crescente de liquidez operacional
O transporte rodoviário de cargas mantém trajetória de expansão no Brasil desde 2025, impulsionado principalmente pelo agronegócio e pelo avanço do comércio eletrônico. Responsável por cerca de 65% de toda a carga movimentada no país, segundo dados do Observatório Nacional de Transporte e Logística da Infra S.A., o setor encerrou o último ano com crescimento de 7% no volume transportado, o que reflete o aumento da atividade logística e da demanda por distribuição em diferentes regiões do país.
Os números reforçam a relevância econômica do segmento. De acordo com a mesma pesquisa, apenas o transporte de combustíveis movimentou 42,5 milhões de metros cúbicos, enquanto o setor de grãos alcançou 49,1 milhões de toneladas transportadas. O avanço acompanha a expansão das cadeias produtivas e o fortalecimento da logística como infraestrutura essencial para o crescimento econômico brasileiro.
Ao mesmo tempo, o setor passa por uma transformação operacional impulsionada pela tecnologia. A digitalização de processos, o uso de rastreamento via satélite e a adoção de ferramentas de monitoramento logístico vêm permitindo maior controle das rotas, redução de desperdícios e aumento da eficiência operacional. No segmento de transporte de passageiros, a renovação da frota também acelera, com o aumento da produção de ônibus elétricos e a modernização da infraestrutura para atender ao crescimento do turismo doméstico.
Apesar da expansão, o modal rodoviário ainda enfrenta gargalos históricos. Dados da Confederação Nacional do Transporte (CNT) apontam que os investimentos em infraestrutura logística seguem aquém da demanda do setor, enquanto fatores como a malha rodoviária precária, o envelhecimento da frota e a volatilidade dos preços dos combustíveis continuam pressionando os custos das operações.
Agora, as transportadoras vivem um paradoxo operacional: ao mesmo tempo em que o volume transportado e o faturamento crescem, aumenta também a necessidade de capital de giro para sustentar a expansão, a renovação operacional e o ganho de eficiência. O desafio se intensifica em um ambiente de crédito mais caro e seletivo, que limita o acesso rápido a recursos financeiros.
É nesse contexto que modelos alternativos de crédito estruturado vêm ganhando espaço entre as empresas do setor. A Bankme tem ampliado sua atuação junto a transportadoras ao oferecer estruturas financeiras voltadas à gestão de caixa, à antecipação de recebíveis e ao fortalecimento da liquidez operacional.
“O transporte rodoviário brasileiro vive um momento de crescimento importante, mas esse avanço exige cada vez mais capacidade financeira das empresas. Crescer demanda combustível, manutenção, renovação de frota, tecnologia e capital de giro constante. Muitas transportadoras possuem operação saudável, mas enfrentam dificuldade para acessar crédito no tempo e nas condições que o negócio exige”, afirma Thiago Eik.
Segundo a empresa, a busca por estruturas mais flexíveis vem aumentando, especialmente entre transportadoras de médio porte, que precisam equilibrar a expansão operacional e a previsibilidade financeira em um mercado altamente dependente do fluxo de caixa.
“O setor logístico opera em uma dinâmica extremamente intensa. Quando a demanda cresce, aumenta também de forma imediata a necessidade de liquidez. A solução ágil de crédito surge justamente como uma infraestrutura financeira para essas empresas, permitindo maior autonomia sobre o capital, redução da dependência bancária e mais eficiência na gestão financeira da operação”, explica Aury Ronan.
Com o avanço da atividade logística, a expansão do agronegócio e o crescimento contínuo do comércio eletrônico, a tendência é de que a pressão sobre a eficiência operacional e a estrutura financeira continue aumentando nos próximos anos. Nesse ambiente, soluções voltadas à liquidez e à diversificação de funding passam a assumir um papel cada vez mais estratégico na cadeia de transporte rodoviário brasileira.
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Crescimento consolida a companhia entre as maiores distribuidoras do país em número de postos
A Distribuidora Charrua, uma empresa da ARGENTA, inaugura, em Divinópolis (MG), o primeiro posto da marca, no novo ciclo de expansão para Minas Gerais, Goiás e Mato Grosso. O movimento marca a entrada oficial da companhia com postos bandeirados nos três estados e reforça a estratégia de crescimento da operação em regiões consideradas estratégicas para logística, mobilidade, agronegócio e transporte rodoviário.
A unidade Auto Posto e Comércio de Combustíveis Manoel Valinhas, localizada na Avenida Antônio Neto, 2531, no bairro Danilo Passos, em Divinópolis (MG) (foto), é a primeira operação inaugurada nesta nova etapa da empresa. Na sequência, a Charrua já confirma novos postos em Mutum (MG), Lagoa da Prata (MG), Avelinópolis (GO) e Barra do Garças (MT), ampliando a presença da marca em regiões com forte potencial de crescimento para o setor de combustíveis.
Atualmente, a Charrua possui mais de 500 postos bandeirados no Brasil. Os dados de posicionamento nacional têm como base o levantamento da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), que coloca a companhia entre as maiores distribuidoras do país em número de postos.
Segundo o presidente da ARGENTA, Neco Argenta, a expansão reforça o posicionamento do ecossistema da companhia em novos mercados e amplia a presença nacional das operações do grupo.
“A expansão da Charrua representa mais um passo na estratégia da ARGENTA de desenvolver um ecossistema forte, conectado e preparado para crescer em diferentes regiões do país. Não estamos levando apenas uma bandeira para novos mercados, mas uma estrutura construída com logística, tecnologia, proximidade comercial e foco na experiência do cliente. Esse movimento fortalece nossa presença nacional e abre caminho para novas oportunidades de negócios, geração de valor e desenvolvimento regional”, afirma.
Além da expansão de postos, a companhia fortalece sua estrutura logística para garantir o abastecimento e o suporte às novas operações. Atualmente, a Charrua opera bases de distribuição em Betim e Uberaba (MG), Senador Canedo (GO), Brasília (DF) e Barra do Garças (MT), consideradas estratégicas para assegurar o suprimento, a eficiência operacional e a segurança logística aos revendedores da região.
Para André Paulo Boeira de Oliveira, gerente comercial responsável pela expansão da Charrua, o avanço da operação está apoiado em logística, proximidade comercial e soluções integradas para os revendedores.
“A meta da companhia é expandir e se consolidar na região, levando todo o diferencial e a proposta de valor da Charrua nessas regiões nos próximos anos, sustentando essa expansão com uma estrutura preparada para garantir abastecimento, competitividade e suporte próximo ao revendedor. Estamos ampliando a presença da Charrua em regiões com forte potencial de crescimento e aderência ao perfil da nossa operação”, destaca.
A empresa também já iniciou os processos para a abertura de novas bases de distribuição em Uberlândia (MG), Várzea Grande (MT) e Rio Verde (GO), com a expectativa de que parte da expansão entre em operação ainda no segundo semestre de 2026.
Nos novos mercados, a Charrua aposta em um modelo voltado à proximidade com os revendedores, à flexibilidade operacional e ao fortalecimento da experiência do consumidor. Entre os diferenciais oferecidos estão o aplicativo App Charrua para clientes finais, combustíveis aditivados da linha Plus, plataforma própria de pedidos, programas de treinamento e atualização profissional, além da parceria com a PETRONAS no segmento de lubrificantes. A operação também conta com rigoroso controle de qualidade, suporte comercial e uma identidade visual voltada à modernidade e confiança da marca.
Segundo o revendedor Humberto Silveira, responsável pelo Auto Posto e Comércio de Combustíveis Manoel Valinhas, em Divinópolis (MG), a escolha pela bandeira Charrua ocorreu devido à confiança construída no relacionamento com a equipe da empresa, às condições competitivas apresentadas e ao potencial de crescimento da marca nos novos mercados.
“A Charrua chega com uma proposta diferenciada para Minas Gerais, considerando tanto o revendedor quanto o cliente final. O que me deu segurança foi a forma próxima e transparente como a empresa conduziu tudo desde o início, além da estrutura e da força que a marca já possui no Sul do país. Acredito que há muito espaço para crescimento aqui na região, principalmente porque a empresa demonstra interesse em crescer junto com os parceiros, oferecendo condições competitivas, suporte e uma operação que transmite confiança tanto para quem abastece quanto para quem investe”, revela.
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Crescimento do transporte expõe limites de soluções fragmentadas e acelera a adoção de plataformas capazes de transformar dados em decisões estratégicas
O mercado global de transporte e logística deve ultrapassar US$ 14 trilhões até 2030, impulsionado pelo avanço do e-commerce e pela oferta de novos produtos, segundo a Statista.
No Brasil, dados da Confederação Nacional do Transporte (CNT) indicam que o setor representa cerca de 6,5% do PIB e segue em trajetória de expansão, especialmente no transporte rodoviário, responsável por mais de 60% da movimentação de cargas no país.
Para dar vazão a esse movimento, há um setor estratégico atuando nos bastidores: o dedicado à gestão de frotas, responsável por garantir eficiência operacional. Nesse contexto, não surpreende que esse próprio mercado acompanhe a alta. Segundo um estudo da Business Research Insights, o mercado global de gestão de frotas deve saltar de US$ 30 bilhões em 2024 para cerca de US$ 90 bilhões até 2035. No Brasil, projeções de mercado indicam que a gestão de frotas deve mais do que triplicar até 2032, impulsionada fortemente pela digitalização no segmento.
Contudo, apesar da ampla oferta de tecnologias no mercado que ajudam a monitorar, planejar e executar operações, especialistas apontam um desafio constante nas empresas de transporte: transformar essas ferramentas em resultados operacionais e financeiros concretos.
“O motivo está na fragmentação. Plataformas isoladas, promessas de baixo custo e módulos que não se comunicam geram volumes crescentes de dados, mas não oferecem uma visão integrada da operação. O resultado são decisões reativas, desperdícios, falhas de planejamento e perda de eficiência”, diz Paulo Raymundi (foto), CEO da Gestran e especialista com mais de duas décadas de experiência em gestão de frotas.
Para ele, esse cenário começa a mudar à medida que o mercado avança rumo a modelos de integração. “Para se ter uma ideia da dimensão da importância dessa ação, empresas que conseguem unir controle de manutenção, monitoramento de pneus, consumo de combustível, despesas e estoque em uma única plataforma podem registrar reduções de custos de até 20%, além de ganhos relevantes de produtividade e previsibilidade financeira”, afirma o executivo.
Segundo Raymundi, o valor não está apenas na coleta de dados, mas também na forma como esses dados se conectam. “Dados são importantes, mas o que realmente gera valor é a integração. Não adianta, por exemplo, controlar o combustível sem entender como a manutenção impacta o consumo e, consequentemente, toda a operação. É a conexão entre essas informações que direciona decisões assertivas e resolve gargalos”, explica.
Paulo explica que, nos últimos anos, o mercado assistiu à proliferação de soluções que prometem ser completas, mas entregam apenas partes do processo. “Vimos muitos gestores se perderem em um mar de ferramentas que geram dados, mas não transformam informação em ação”, observa Raymundi.
Essa mudança de expectativa também redefine o papel das plataformas de gestão. “O mercado não quer mais softwares que apenas reportam indicadores. Ele busca ferramentas que convertam dados em decisões. A integração de todos os pontos da frota, combinada à inteligência preventiva, prolonga a vida útil dos veículos e reduz custos diretos e indiretos. É isso que diferencia empresas que realmente gerenciam suas operações daquelas que apenas reagem aos problemas”, completa.
Nesse contexto, a Gestran vem reforçando seu posicionamento como uma plataforma integrada de ponta a ponta. “Na Gestran, entregamos visibilidade total da operação em 360 graus, do combustível à manutenção, em um único ambiente, permitindo decisões rápidas e precisas que impactam diretamente os resultados”, afirma Raymundi.
De acordo com a empresa, a arquitetura tecnológica foi concebida para permitir a incorporação contínua de novos módulos, acompanhando a evolução das demandas do mercado ao longo dos anos, com atenção permanente da equipe de desenvolvimento na criação de novas soluções.
Para especialistas do setor, essa abordagem tende a se tornar cada vez mais determinante. Com a digitalização acelerada da logística, empresas que permanecem presas a sistemas fragmentados correm o risco de perder competitividade. Já aquelas que adotam soluções integradas ganham controle estratégico, reduzem custos e ampliam a eficiência operacional.
“Quando a frota deixa de ser apenas um centro de custo e passa a ser tratada como um ativo estratégico, ela se transforma em um verdadeiro motor de resultados para o negócio”, conclui Raymundi.
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