Empresa dispõe de 100 implementos rodoviários sendo 80 da marca e atende todos os 92 municípios do estado do Rio de Janeiro
A Nutrymax Alimentos, empresa atacadista distribuidora de alimentos, consolidou sua frota com equipamentos da HC Hornburg. “Optamos pelas carrocerias da marca por sua elevada qualidade dos produtos”, afirma Alexandre Pereira Gonçalvez, sócio-diretor da empresa.
Das 100 carrocerias frigoríficas que a Nutrymax opera, 80 são da HC Hornburg, sendo 78 Baú ¾ e 2 baús com 6,5 metros de comprimento. “Os implementos da HC Hornburg são muito resistentes e bem acabados, o que nos permite reencarroça-los por três vezes”, explica o executivo.
A Nutrymax foi fundada em 2016, tem sede na capital fluminense e dispõe de uma estrutura completa de armazenagem e distribuição. Dessa maneira, a empresa atende a todos os 92 municípios do estado do Rio de Janeiro, como operadora logística da Cadeia do Frio.
Desde 2018, a Nutrymax é cliente da HC Hornburg. “Participar da história de uma empresa praticamente desde o seu início é um privilégio e cria laços de parceria muito profundos”, diz Betina Borchardt, diretora-geral da HC Hornburg.
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Argonautas Comunicação
Mais de 446 mil veículos passaram pelas unidades alfandegadas da empresa em 2025. Maior alta, de 18,1%, foi no número de caminhões com exportações
O movimento de caminhões nos portos secos administrados pela Multilog, uma das maiores operadoras de logística integrada do País, aumentou 11,6% em 2025, com a passagem de 446.966 veículos. A maior movimentação foi registrada em Foz do Iguaçu/PR, seguida por Uruguaiana/RS.
“Os portos de fronteira vêm se consolidando como infraestruturas vitais para a fluidez do comércio no Mercosul — fortemente impulsionados pelo setor do agronegócio e de insumos industriais —, bem como para a logística das exportações em geral, dos bens de consumo e dos componentes automotivos provenientes principalmente da Argentina e do Paraguai”, afirma Francisco Damilano (foto), gerente-geral de Operações das Fronteiras da Multilog.
Ele explica que, nesse contexto, a ampliação e a modernização tecnológica das instalações da Multilog, combinadas a políticas de incentivo fiscal estadual – a exemplo de Santa Catarina, com o Porto Seco de Dionísio Cerqueira – têm contribuído para o aumento da competitividade do transporte rodoviário de cargas.
Em 2025, o Porto Seco de Uruguaiana (RS) registrou um crescimento de 17,8% no volume de entrada de veículos, totalizando 158.488 caminhões. Destaque para o número de veículos com operações de exportação (111.764 caminhões, alta de 28,8%), mais do que o dobro daqueles com operações de importação (46.724 caminhões, queda de 2,1%).
Já pelo Porto Seco de Foz do Iguaçu (PR) – o maior do País e principal hub logístico do Mercosul –entraram 215.070 caminhões (+9,4%), o maior volume dentre as unidades alfandegadas administradas pela Multilog. As importações foram responsáveis pelo maior afluxo de veículos na unidade alfandegada – seis em cada dez caminhões –, o que representa um crescimento de 9,6% em relação a 2024.
Com localização estratégica na tríplice fronteira do Brasil, do Paraguai e da Argentina, a Multilog está investindo na construção do Novo Porto Seco de Foz do Iguaçu, que vai ampliar em cerca de 30% a capacidade de movimentação da unidade e garantirá condições ainda mais competitivas para o comércio exterior brasileiro. A inauguração da nova unidade está prevista para dezembro de 2026 e trará ainda mais eficiência operacional, tecnologia de ponta e equipes altamente treinadas e especializadas, assegurando agilidade no processamento de cargas e na circulação de veículos.
Em Santa Catarina, o Porto Seco de Dionísio Cerqueira registrou um aumento de 12,5% no volume de caminhões no ano passado, alcançando 25.882 veículos, dos quais pouco mais da metade (52,6%) estava relacionado a entradas de importações (+6,9%). Um destaque foi o crescimento de 19,3% no volume de caminhões destinados às exportações (12.554 veículos).
Já pelo Porto Seco de Jaguarão (RS), a entrada de caminhões cresceu 5,8%, para 35.605, com alta de 12,8% no número de veículos com exportações, mas queda de 3,5% nas entradas de caminhões com importações.
Ainda no Rio Grande do Sul, o Porto Seco de Sant’Ana do Livramento registrou uma redução de 7% no número de entradas de caminhões, encerrando 2025 com o ingresso de 11.921 veículos. Esse declínio foi impactado pelo menor volume de caminhões com importações (queda de 23,3%) e não foi compensado pelo aumento de 5,9% no número de caminhões com destino ao mercado externo.
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A premiação dos melhores trabalhos com vista à proteção do meio ambiente, acontece em junho
O reconhecimento dos melhores trabalhos do Prêmio AEA ESG 2026, da AEA – Associação Brasileira de Engenharia Automotiva, acontece em junho próximo, em evento presencial no Millenium Centro de Convenções, em São Paulo. Subdividido em três categorias – Inovação Tecnológica e Ambiental, Social e Governança e Jornalística –, o prêmio recebe inscrições até o dia 10 de abril, por meio do site www.aea.org.br.
Os pilares do ESG têm se tornado cada vez mais relevantes no dia a dia das empresas e instituições no mundo inteiro, independentemente do ramo em que atuam. Entretanto, para que esse conceito se converta de fato em desenvolvimento sustentável da sociedade, as iniciativas de ESG têm de ser implementadas na prática, ou seja, não podem ficar limitadas apenas ao discurso ou a estratégias de marketing, o que é conhecido atualmente como “greenwashing”, “socialwashing” e “governancewashing”.
O Prêmio AEA ESG pretende dar destaque às empresas, universidades e institutos de pesquisa que buscam melhorar seus processos, produtos e serviços com vista à proteção do Meio Ambiente e reconhecer suas iniciativas Sociais e práticas de Governança. O Prêmio AEA ESG 2026 também visa reconhecer os trabalhos jornalísticos relacionados a qualquer um dos pilares da temática, essenciais para a disseminação da informação e que contribuem muito ao trazer à tona todas essas questões, cada dia mais relevantes para a sociedade.
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Evento é o mais importante polo de atração de empresas logísticas que operam na Cadeia do Frio; Frigo King conta com cinco distribuidores na região
A Frigo King vai participar da edição 2026 da AHR - The International Air-Conditioning, Heating, Refrigerating Exposition, com foco em ampliar sua presença comercial na América Latina. “O evento é o principal polo de atração para empresas logísticas que operam na Cadeia do Frio”, explica Marcos Augusto Pordeus de Paula, diretor-geral da Frigo King.
A AHR 2026 será em Las Vegas (EUA), de 2 a 4 de fevereiro, e será esperado mais de 50 mil visitantes que visitarão 1.800 expositores. A Frigo King fará demonstrações do seu aplicativo Meu Frigo King, disponível em espanhol e em inglês. “É um diferencial importante, na medida em que coloca na palma da mão do gestor todas as informações relevantes da operação, a custo zero”, afirma o executivo.
A empresa exporta para vários países da América Central e do Caribe, como Guatemala, Costa Rica, Cuba, República Dominicana e Honduras. Na região, a Frigo King conta com cinco distribuidores.
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Argonautas Comunicação & Design
Na Brado Logística, modelo ampliou a previsibilidade operacional e fortaleceu a relação com clientes, elevando o NPS ao índice de 54
O avanço da torre de controle logístico está alterando a dinâmica entre transportadores, operadores e clientes na cadeia de suprimentos. Em 2025, a Brado atingiu uma taxa de OTD (On Time Delivery) de 99% e, na visão do cliente, esse foi um dos principais impulsionadores do crescimento do NPS. No último ano, a empresa atingiu a considerada zona de qualidade, com um índice de satisfação de 54. A implementação da torre é focada na etapa rodoviária, com acompanhamento em tempo real e ações com reflexo imediato, que ecoam uma tendência mais ampla, utilizando dados e análises operacionais para conectar modais, priorizando ações de redução de riscos, perdas e impacto nos clientes, além do aumento da previsibilidade e da maior força na tomada de decisões estratégicas.
Esse modelo vai além do rastreamento convencional. Ele reúne monitoramento ativo, planejamento tático, gestão por meio de alertas e ciclos de feedback contínuos. Em cadeias longas e multimodais, essa diferença pode ser crítica. Segundo relatório da Deloitte, modelos analíticos aplicados à manutenção preditiva podem antecipar em até 92% as falhas que afetam a disponibilidade dos veículos, reduzindo paradas e ampliando a eficiência operacional.
Arquitetura operacional e expansão — Implementada em 2023, a torre opera 24 horas por dia em parceria com a Xcelis, a partir de uma central instalada em Valinhos (SP). A empresa especialista em supply chain monitora a etapa rodoviária em tempo real, acompanha a programação, o controle de rota, as janelas de carregamento, as causas de retenção e as estimativas de chegada, além de reportar desvios e acionar alertas. O processo abrange desde a saída do cliente até a entrada da carga no terminal ferroviário da Brado.
A partir desse ponto, analistas internos assumem o fluxo multimodal, integrando a janela ferroviária, o planejamento e a priorização de cargas. A operação estreou em Sumaré (SP), foi expandida para Rondonópolis (MT) e Santos (SP) e hoje atende 100% dos clientes.
Para Giuliano Gorski, gerente de operações rodoviárias da companhia, a mudança não é apenas digital. “O maior desafio da multimodalidade é sincronizar o rodoviário, altamente variável, com o ferroviário, mais estável e pautado por janelas. A torre atua justamente no trecho mais sujeito à dispersão, reduzindo incertezas e ampliando a previsibilidade”, afirma.
Efeitos aparecem em indicadores — Dentro do OTD consolidado, a torre permite identificar o desempenho por transportadora e por tipo de ocorrência, validar e controlar a idade da frota, o volume de retenções, o trânsito e ainda propor rotas alternativas. Esse detalhamento contribui para renegociações, otimização de malhas e ajustes operacionais com ciclos de feedback mais curtos, além de reduzir custos operacionais.
“Com métricas objetivas, a performance deixa de ser percepção e passa a ser dados. Transportadoras são avaliadas com critérios claros, clientes recebem atualizações consistentes e eventuais gargalos podem ser tratados antes de virarem custo”, complementa o gerente.
Desde a implementação da torre de controle, o modelo passou por ciclos sucessivos de aprimoramento, ampliando o escopo de dados, indicadores e processos. Em vez de uma ferramenta de vigilância, tornou-se infraestrutura estratégica para orquestração logística e para elevar a qualidade de entrega e de atendimento no ambiente multimodal.
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