Hermes Santos (foto), CEO da Modefer, explica em dicas como conservar as peças com segurança, garantindo a vida útil dos veículos
De acordo com a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), entre janeiro e setembro deste ano foram adquiridos cerca de 1,9 milhões de veículos no Brasil, incluindo carros, caminhões e ônibus. Esse número é o maior desde a pandemia de Covid-19, que trouxe baixas consideráveis ao segmento.
Pensando neste aumento, a conservação dos motores é uma estratégia fundamental para garantir a vida útil e, em casos de frotas corporativas, diminuir custos excessivos com reparos. Contudo, Hermes Santos, CEO da Modefer, líder nacional na fabricação de hélices e embreagens viscosas, afirma que muitas pessoas (e até empresas) ignoram a manutenção preventiva de peças que podem comprometer o veículo como um todo.
“Hélices e embreagens viscosas são exemplos de equipamentos ainda pouco conhecidos dos motoristas. Como são ligadas diretamente ao sistema de arrefecimento, ambas podem comprometer a refrigeração do motor, provocando superaquecimento, perda de potência, aumento de consumo de combustível e desgaste prematuro de peças vitais. Então, não basta adquirir um automóvel novo e dispensar completamente sua manutenção”, opina o CEO.
Abaixo, o especialista nos traz quatro dicas essenciais para manter essas duas peças cruciais para os motores dos veículos funcionando em boas condições.
- Invista em manutenção preventiva - A abordagem preventiva é significativamente mais vantajosa do que aguardar o pior para agir. Enquanto a manutenção corretiva ocorre após a falha, envolvendo custos elevados, tempo de inatividade e comprometimento da confiabilidade do veículo, a preventiva trabalha com inspeção e substituição programada antes que os problemas aconteçam.
"Ignorar a manutenção de hélices e embreagens pode custar caro. A manutenção preventiva garante custos previsíveis e baixo impacto operacional, evitando surpresas desagradáveis", destaca Hermes.
- Observe os sinais de desgaste - Saber identificar os primeiros indícios de problemas pode fazer toda a diferença. Ruídos incomuns, vibrações anormais, aumento da temperatura do motor e ventilação insuficiente são alertas que não devem ser ignorados. Outros sinais incluem vazamentos de fluido viscoso e perda de torque durante a condução. A recomendação é realizar inspeções a cada 20 a 30 mil quilômetros ou em revisões periódicas semestrais.
“Quando o motorista entende o comportamento do veículo, ele consegue identificar anomalias logo no início, evitando danos maiores. O superaquecimento, por exemplo, pode começar com algo simples, como uma hélice desbalanceada. Por isso, é essencial observar ruídos, vibrações e alterações na temperatura. O veículo sempre dá sinais antes de parar”, reforça Hermes.
- Estude sobre manutenção e conservação dos veículos - A educação técnica é fundamental para garantir a longevidade e o bom funcionamento dos veículos. Compreender como funcionam as peças e quais cuidados elas exigem ajuda motoristas e gestores de frotas a tomarem decisões mais assertivas sobre manutenção.
“Nós buscamos sempre estar em contato para ajudar nossos parceiros. Um bom exemplo é a Modefer Academy, treinamentos que realizamos presencialmente com os motoristas e gestores para que eles entendam e aprendam quando devem realizar a manutenção. Além disso, nós mostramos exemplos de embreagens e hélices desgastadas e isso impressiona muito porque são componentes de dentro do motor que muitos motoristas de anos desconhecem. Nós também sempre buscamos regularmente publicar materiais educativos, além de palestras e suporte técnico especializado. Tudo para ajudar quem transporta pelo Brasil a fora”, explica Hermes.
- Manutenção regular é sinônimo de competitividade - Encare a manutenção como investimento, não como despesa. Revisar hélices e embreagens regularmente é garantir segurança e economia. Para empresas, essa prática se traduz em vantagens competitivas concretas: maior disponibilidade da frota, menor custo operacional, entregas no prazo e maior confiabilidade junto aos clientes.
“Os riscos de negligenciar essa conservação incluem quebras repentinas, necessidade de reparos de alto custo e até a troca completa do motor. Financeiramente, o prejuízo se multiplica em horas paradas, multas por atrasos e aumento de consumo de combustível", conclui o CEO da Modefer.
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O XIV Seminário Internacional Frotas & Fretes Verdes (FFV 2025), que será realizado no dia 6 de novembro na sede da FIESP, em São Paulo, reforça nesta edição o seu papel como fórum de convergência entre indústria, ambiente produtivo, tecnologia e políticas públicas — elementos que hoje determinam a viabilidade da transição energética no país.
Para inaugurar esse alinhamento, a Solenidade de Abertura será guiada pelo tema “Ambiente produtivo, tecnologia e políticas públicas: bases para uma transição energética viável.” A proposta parte do entendimento de que a transição não depende apenas de inovação tecnológica, mas de condições sistêmicas — econômicas, regulatórias e de infraestrutura — capazes de transformar intenção em implementação.
Segundo a presidente do Instituto Besc, Jussara Ribeiro, a abertura desta edição assume um caráter ainda mais estratégico. “A solenidade passa a ter um papel de sustentação institucional, alinhando visões ao estabelecer coerência entre os atores e preparar o terreno para que o debate técnico avance com convergência e direção. A transição energética não é um tema setorial — ela é sistêmica, e precisa ser tratada como tal.”
A composição da cerimônia reflete esse alinhamento sistêmico ao reunir os agentes que tornam a transição possível. Estarão presentes: Igor Calvet, presidente da ANFAVEA, trazendo o eixo da indústria e o papel da previsibilidade regulatória para o investimento produtivo; Rafael Cervone, vice-presidente da FIESP e presidente do CIESP, representando o ambiente econômico e a neoindustrialização como base de competitividade; Adriano Rishi, presidente da Cummins Brasil, com a perspectiva tecnológica como meio para múltiplas rotas de descarbonização; Edson Martins, diretor Comercial e de Marketing da Agrale, trazendo a aplicação prática — quando a solução chega ao veículo e à operação real; Renata Isfer, presidente-executiva da ABiogás, representando a infraestrutura energética que viabiliza a adoção em escala e Daniel Randon, presidente da Randoncorp.
“Juntos, esses eixos demonstram que o avanço da transição ganha viabilidade quando indústria, tecnologia, energia e regulação caminham de forma coordenada, reduzindo barreiras e ampliando as condições de implementação”, finaliza Jussara Ribeiro.
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XIV Seminário Internacional Frotas & Fretes Verdes Data: 6 de novembro de 2025 Local: Sede da FIESP – Av. Paulista, 1.313, 15º andar, Espaço Nobre – São Paulo (SP) Horário: das 9h às 19h Organização: Instituto Besc de Humanidades e Economia Mais informações: www.institutobesc.org |
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Cerimônia foi durante a reunião do Conselho de Administração da entidade. O evento contou também com as palestras dos economistas George Rigitsky (ANFIR e Sindipeças) e Rafael Murrer (Bradesco)
A ANFIR – Associação Nacional dos Fabricantes de Implementos Rodoviários inaugurou a galeria fotográfica para homenagear os ex-presidente da entidade. O evento foi durante a reunião do Conselho de Administração da ANFIR, em 14 de outubro.
A galeria traz fotos de Raul Anselmo Randon, Vasco Antonio Rossetti, Marcos Guerra, Sergio Antonini, Lauro Pastre Junior, Claudio Mugnol, Rafael Wolf Campos, Alcides Geraldes Braga, Norberto Fabris e José Carlos Spricigo. “Homenageamos aqueles que construíram nossa entidade para que as gerações futuras tenham no exemplo e dedicação deles a referência para o futuro”, disse José Carlos Spricigo, presidente da ANFIR.
Panorama econômico. O programa contou com a apresentação de George Rugitsky, economista da ANFIR e do Sindipeças, que falou sobre “Perspectivas para 2025 e conjuntura recente, setor automotivo e implementos rodoviários e projeções automotivas”. Na sequência, Rafael Murrer, economista do Bradesco, apresentou a palestra “Panorama Econômico no Brasil e no mundo”.
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Argonautas Comunicação
Palestra de Luis Wulff traz visão prática sobre impactos do modelo no dia a dia financeiro das empresas
O Tax Group participa da Fenalaw 2025 (22 a 24 de outubro, em São Paulo) com uma agenda voltada à Reforma Tributária e, em especial, ao Split Payment — tema da palestra de hoje de Luis Wulff, CEO e sócio do Tax Group. A apresentação aborda como o dispositivo muda a dinâmica do recebimento e o que os times financeiros precisam ajustar já na fase de transição.
“O Split Payment não é apenas uma mudança de recolhimento: ele altera o caixa do dia a dia. Sem simulações e novos controles, a empresa sente no extrato”, afirma Luis Wulff.
Na visão do Tax Group, há riscos operacionais frequentemente subestimados pelos CFOs ao tratar do tema — e que serão destacados na Fenalaw. Entre eles, a pressão no capital de giro, quando parte do valor da venda é separada para tributos no momento do pagamento, encurtando a liquidez imediata; e dados e parametrização fiscal, quando cadastros e regras precisam estar corretos desde a origem para evitar segregações indevidas e retrabalho.
Além do painel sobre Split Payment, o Tax Group também participa da programação de inovação com Pedro Schuch e o próprio Wulff, levando cases e aprendizados práticos da transição tributária. “Nosso foco é traduzir o tema para a rotina financeira: o que muda no fluxo, nos relatórios e nos acordos com fornecedores e adquirentes”, diz Pedro Schuch, sócio do Tax Group.
O Tax Group estará presente na feira com dois estandes para receber executivos, advogados e jornalistas interessados em compreender os impactos do Split Payment e os próximos passos da Reforma Tributária. Os estandes estão localizados no 4º andar (nº 408) e no 5º andar (nº560) do evento.
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Plataforma vai permitir registros de ações e acessos on line a todas as informações estratégicas referentes a instalações e serviços dos produtos da marca
A TER Brasil, empresa especializada em equipamentos de transmissão de força no segmento hidráulico, apresentou o TERConnect, plataforma on-line desenvolvida para integrar a empresa à sua rede de distribuição. “Criamos um ambiente virtual de armazenamento e compartilhamento de informações integrando a fábrica à rede de distribuição, beneficiando o cliente final”, diz Everton Generoso, sócio diretor da TER Brasil.
A TERConnect permite que as instalações e revisões periódicas de todos os produtos comercializados pela empresa sejam registradas digitalmente. Assim todas as ações, como checklists, fotos, vídeos e relatórios técnicos são armazenados na nuvem, garantindo a integridade e acessibilidade dos dados coletados.
“Dessa forma, os clientes contam com mais rastreabilidade dos serviços realizados, além de receber alertas sobre as datas das revisões preventivas do seu equipamento”, explica Alberto Matos, gerente Comercial da TER Brasil. Cada linha de produtos, como tomadas de forças e bombas hidráulicas, conta com uma rede específica e especializada. A rede de distribuição de Kits Hidráulicos da TER Brasil é formada por 32 empresas que, localizadas em pontos estratégicos do País, cobrem todo o território nacional.
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Argonautas Comunicação






